07 julho, 2011
15 junho, 2011
Miscigenação - Inauguração
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| "Miscigenação"- 6 quadros 100 X 80 cm dos artistas: Noémia Travassos (porcelana) e João Carvalho (óleo sobre tela) |
| "Kanimanbo" Artistas - João Carvalho (óleo sob tela de linho) e Noémia Travassos (porcelana) 100 X 80 cm |
| Os artistas João Carvalho e Noémia Travassos |
09 junho, 2011
Miscigenação
Um nosso convite, para visitarem o fruto de um projecto que nasce da vontade de dois artistas em combinar as sua visões pictóricas num único trabalho.
Desafio inédito, dado que não só têm estilos distintos mas também suportes artísticos diferentes.
Queremos ainda que quem nos visita, para além de apreciar a nossa arte, viva a experiência de recriar a sua própria composição/miscigenação. Temos para esse efeito um quadro interactivo em que cada visitante pode recriar novas composições artísticas, um puzzle divertido, cujas peças são réplicas dos trabalhos em exposição.
Por tudo isto ... é sem dúvida uma exposição a descobrir!
15 maio, 2011
O Sonho da Inocência
" A Arte é uma actividade humana que consiste nisto: Um homem, conscientemente, por meio de símbolos externos, transmite a outros determinados sentimentos que experimentou, de forma que esses outros sejam afectados por esses mesmos sentimentos e também os experimentem"
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| Trabalho de Filomena Alves 32 x 13 cm |
Nesse âmbito ao apreciarmos esta preciosidade, um original da autoria da Filomena Alves, também ela nos convoca a sentir a imensa ternura contida nesta composição.
Nem ela resistiu ao encantamento do seu anjinho a dormir, pois apanhei-a no final da execução da peça, a dar-lhe muitos beijinhos!
05 fevereiro, 2011
Caleidoscópio 2010
17 dezembro, 2010
Paz, Amor e Arte entre os Homens
24 novembro, 2010
Testemunhos da Puberdade
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| Trabalho de Noémia Travassos (Grafite em papel 30 x 24 cm) |
24 agosto, 2010
O Nascer de uma Estrela
Continuando na saga dos rostos (como é forte a apetência! ) a Mena escolheu esta talha de dupla face para se “meter” em trabalhos dobrados.
Tudo começou assim com este mapa de incompreensíveis riscos. E claro com a observação atenta da gatinha Bambi (muito tímida para fotografias como se pode ver).
Naqueles olhos, cuja timidez a sombra oculta, podemos ler: “Ela é minha, só minha! Aqui estou protegido” .
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| Lado A - Trabalho de Filomena Alves 37 x 48 cm |
Do outro lado e perfeitamente enquadrado no tema, a Mena pintou um nascer do sol sob a paisagem maravilhosa das ruínas de Machu Pichu (Peru) com um dos seus actuais habitantes. Um lama a repousar tranquilamente na erva e quem sabe talvez também a bendizer o erguer de mais um dia de vida.
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| Lado B - Trabalho de Filomena Alves 37 x 48 cm |
Parabéns Mena ! Sei que o esforço foi muito (ouvimo-la rezingar entre dentes algumas vezes) mas valeu ou não a pena?
26 maio, 2010
Na Tribo dos Uros
As gentes da tribo dos Uros vivem sobre o lago Titikaka, entre a Bolívia e o Peru em ilhas flutuantes construídas com as canas, folhas e raízes duma espécie vegetal a que chamam de “Totora”. São exímios na sua construção de tal modo que é possível erguer sobre elas as casas de totora e até de madeira onde habitam.
Quando visitava uma dessas ilhas e consciencializava a capacidade humana de sobreviver apenas com os recursos oferecidos pela natureza, associados é evidente à habilidade necessária para os explorar, o meu olhar extasiou-se neste menino a brincar absorto com meia dúzia de pequenos peixes a nadar numa bacia de barro.
Dirigi-me a ele e conversamos durante algum tempo enquanto os meus sentidos apreendiam o seu jeito doce, as mãos em dádiva sublime, o seu olhar tão tranquilo em suma, a personificação da pureza e singeleza.Ele como tantas crianças desprotegidas no mundo, precisam de "Anjos da Guarda", que não têm necessariamente que ser divindades etéreas mas antes, que todos nós unidos em acções e palavras geradoras de mudanças, erradiquemos definitivamente a pobreza, a exploração e a discórdia incompreensivelmente, ainda a coexistir no século XXI.
Esta é a mensagem que plasmei no meu trabalho que apelidei de “Anjo da Guarda”, em homenagem não só a todas as crianças pobres do mundo mas também, a todas as pessoas que envidam esforços para minimizar esse flagelo.
09 maio, 2010
Arte Moderna
Trabalho de Irene Araújo (frente e verso de Jarra)
1 Passo:Efectuar o desenho num papel com as dimensões da jarra e passar com um químico (utilizamos o vermelho) para a peça.
Começamos de cima para baixo, colocando no cabelo duas tonalidades de amarelo: uma, cor de limão e outra da cor da gema de ovo. (Vou evitar utilizar os nomes comerciais, diferentes de fornecedor para fornecedor).
Ainda no cabelo, fizemos as rosas também em dois tons, um rosa e outro púrpura escuro. Nas folhas, utilizou-se uma base de amarelo limão seguida de um verde, cor de folha.
Passamos ao rosto, dando-lhe um rosa claro apenas em volta da linha de definição do rosto e nas sombras do nariz. Com um castanho claro, fizemos as linhas das pestanas e sobrancelhas bem como os orifícios do nariz. Nos lábios, utilizamos uma camada bem fina de púrpura claro, sacando as luzes brancas com o pincel limpo em essência de terebintina.
Passamos à camada inferior do cabelo escolhendo um castanho avermelhado. Após a aplicação de todo o castanho o mais uniforme possível, usamos um pedaço de um plástico de bolinhas e pressionamos ligeiramente sobre o castanho de molde a imprimir-lhe a textura das bolinhas. No vestido, aplicamos também dois tons, um azul turquesa na parte superior e violeta na parte inferior. Logo se seguida, criamos sobre uma textura com um plástico amarfanhado. No pendente do colar aplicamos lustre azul e queimamos a 780ºC.
2.PassoContinuando de cima para baixo, nos amarelos do cabelo acrescentamos vermelho e ocre criando mesclas e caracóis não uniformes. Reforçamos os verdes e as cores das folhas.
Numa proporção de meio por meio, misturamos relevo branco com tinta castanho escuro e reservamos um q.b. de relevo branco. Com a ajuda de uma espátula pequena e carregando-a com pequenas porções de relevo branco, aplicamos cornucópias em movimentos circulares largos, na zona superior da cabeça por cima dos amarelos e vermelhos.
Passamos depois à zona dos castanhos, usando agora o relevo castanho bem escuro.
Retocamos as sombras do rosto e sobrancelhas e aplicamos uma sombra verde alface nas pálpebras dos olhos.
Pelo método acima descrito fizemos também um relevo de cor azul e aplicamos na parte superior do vestido em pequenos movimentos circulares. Queimamos a 780ºC.
3. Passo
Num azulejo bem limpo, espalhamos 3 ou 4 gotas de ouro brilhante. Nele molhamos um pedaço de uma esponja de face irregular e esponjamos aleatoriamente a peça na parte do castanho-escuro. Com um pincel e para um óptimo acabamento, colocamos também ouro na borda superior da jarra e filetamos os limites do pendente do pescoço e o seu fio.


Parte de Trás da Jarra (1 e 3 fases)
Apesar de ser um rosto, é um trabalho bastante simples de realizar e com um efeito cromático muito apelativo.
24 março, 2010
Aprender a Pintar e a CRIAR
Da coisa mais banal, de algo que manejamos todos os dias sem nos suscitar qualquer atenção especial, aparece então alguém que, com a sua capacidade de “ver” para além do óbvio, surpreende tudo e todos transmutando essa banalidade em algo Artístico.
Será que este é um processo selectivo? Que está destinado apenas a uns quantos eleitos?
Na qualidade de professora de arte e pela experiência apreendida nos 21 anos de contactos com formandos, constatei que todos podem ser criativos nas matérias das suas apetências inatas.
- Que queres ser quando fores grande?
Fazemos a pergunta e ouvimos as imediatas respostas das crianças, revelando intuitivamente as suas tendências, quantas vezes já antecipadamente adivinhadas pelos pais mais atentos.
A primeira etapa - o “Arranque”
é sempre um processo mental, o nascer da ideia.
Há por isso, que dar crédito às nossas ideias, acreditar nelas e validar a sua viabilidade, ao revés de rejeitá-las sem as explorar devidamente.
Segunda etapa - Continuando no plano mental, escolher e identificar os elementos intervenientes.
Fechar os olhos, entrar dentro de nós, montar o projecto etereamente, alindando a composição a nosso bel-prazer até a aceitarmos como perfeita. Ajuda fazer rascunhos.
Enquanto ele estiver na “incubadora” mental, tudo o percepcionamos com os nossos sentidos é informação passível de ser usada no projecto.
Até que, sem dia, hora ou local marcado, nos surge a “Luz Branca” , o momento em que encontramos o elemento que nos faltava e que finalmente completa o projecto etéreo.
Terceira etapa- A materialização da nossa ideia conceptual.
Elegem-se os meios e os materiais e devotamo-nos ao trabalho de a reproduzir fielmente.
De quando em vez, as coisas não correm bem (a imagem real não retrata a ideia conceptual) e há que reformular tudo, recomeçar, reformular os componentes. Não vale desistir porque quando criamos, buscamos o melhor de nós e é nesse esforço que nos tornamos verdadeiramente dignos de mérito.
Quarta Etapa – A avaliação pessoal do resultado!
Aquela em que olhamos para o “trabalho” e nos JULGAMOS. Volta a ser um processo mental.
Fase difícil… estamos emocionalmente tão envolvidos nele que com frequência temos alguma dificuldade em avaliarmos com isenção. Deixe passar uns dias e depois, reavalie.
Se ele conta com a nossa aprovação … não há critico no mundo que derrube as nossas convicções pois o que conquistamos interiormente com a realização daquela OBRA, é algo tão sublime e inestimável, quanto a nossa evolução pessoal.
Já vai longa esta minha publicação, mas deixe-me ainda acrescentar que com o tempo e as experiências criativas, vamos gradualmente acelerando a primeira e segunda etapas, de tal forma que chegamos a um ponto em que as nossas “ideias”, por falta de tempo, fazem fila… para serem materializadas :))
27 agosto, 2009
Espargir Cultura
Participaram de mais de 100 brasileiros e dezenas de participantes de cada um dos demais Países, além de Goa, Margão, Macau, Canadá, França, Suíça, Alemanha, EE UU, Reino Unido, Espanha, enfim ... irmãos, amigos e companheiros vindos das terras onde se expressam em PORTUGUÊS.
Na qualidade de sócia fundadora da ACLAL e amiga do Museu Mª da Fontinha, prestei o meu tributo com este painel de azulejos 1 x 0,70 m, pintado com as técnicas da porcelana e que pretende representar a união dos povos pelas artes.
Detalhe 1
Detalhe 2
09 agosto, 2009
Mosaico
Este trabalho exigiu-me algum tempo e uma boa dose de paciência, mas o resultado final compensou o esforço.
A seguir passei os contornos para a placa de porcelana e canetei tudo a preto, orientando-me pelo trabalho feito no papel e queimei.
Depois preparei a tinta normal misturada com relevo branco em partes iguais, espatuladas com solução para relevo e fui aplicando com pincel fino, na técnica do "preenchido", enchendo cada quadradinho individualmente.
Deixei secar durante uns dias e queimei a temperatura normal.
Nota: Poderão obter resultado semelhante ,usando as tintas de esmalte com veículo próprio.
24 julho, 2009
OLHAR PARA ONDE?

Captar este delicioso olhar foi um grande desafio.
Com a orientação e incentivo da Noémia fui superando cada dificuldade que ia surgindo.
Foi uma luta fazer tanto pêlo e dar expressividade ao olhar deste belo felino, mas penso que foi superada.
Espero que gostem e convido-os a deliciarem-se com este poema de Fernando Pessoa.
Bom servo das leis fatais
És feliz porque és assim,
Eu vejo-me e estou sem mim,
Conheço-me e não sou eu.
20 julho, 2009
Sentimento de Mulher
Um trabalho de Noémia Travassos
Como na vida, há que experienciar para viver, reformular, assimilar o conhecimento e seguir em frente continuando a criar e a crescer.
Afinal um dos predicados da condição feminina é ter o privilégio de antever o belo no amorfo, de ser o pilar do seu mundo, de intuir as verdades dissimuladas na perfídia, de tudo sentir com a solidez do coração e por fim , o princípio... dar à luz e manter a chama ardente, pelo resto dos seus sóis.
Sem devaneios de feminista, é tudo isso que nos torna únicas mesmo com os Verões e os Invernos da nossa personalidade.
O que de melhor existe para enfeitar uma mulher senão os seus sentimentos ?
Dos meus "Sentimentos de Mulher” nasceu esta jóia, que às vezes trago no peito.
15 junho, 2009
RABISCOS
Foi também uma novidade patente na 53ª Exposição de Pintura em Porcelana que a UPAP-União Portuguesa de Arte em Porcelana recentemente promoveu em Lisboa, com assinalável êxito, posso acrescentar.
06 maio, 2009
Meditação
A pintura é então não só um meio de representar o mundo exterior mas também um veículo privilegiado para exprimir o nosso SER interior.
Pretendi neste trabalho representar o que acontece no plano mental quando este monge tibetano fala com Deus?
Trabalho de Noémia TravassosIdeias abstractas só podem ser expressas por simbolismos que levem à compreensão do que se pretende transmitir. Projectamo-nos todos os dias quando tentamos visualizar, por ex. os nossos filhos na escola.
De olhos cerrados para mundo físico, este monge projecta-se através do pensamento para Deus, recebendo dele iluminação e energia. Dei-lhe o nome de “Meditação” e partilho-o convosco.
01 maio, 2009
No mar - búzios
Trabalho de Maria José Cardoso
Trabalho executado em cinco queimas. Foram usados pigmentos nas cores verdes crómio e esmeralda, azul cobalto aberto, ocre dourado, púrpura, amarelo e castanho batidos com óleo médio e cravinho. As peças estão rematadas com ouro mate.
Este foi um trabalho demorado e com algum risco dadas as queimas que sofreu. Pelo facto de serem peças ao jeito clássico foi necessário procurar enquadramento e técnica adequada.
Um abraço amigo
Maria José
10 abril, 2009
Mirandela e a Princesa do Tua
A ponte medieval ou ponte velha de Mirandela, que data do século XV, foi durante centenas de anos a única via de atravessamento do rio Tua para os mirandelenses. O longo tabuleiro horizontal assentava originalmente em vinte arcos desiguais, numa extensão de 230 m.
Trabalho de Ermelinda Manuel
A embelezar o Parque do Império, situado junto ao rio, podemos admirar três sereias, transformando-se uma dela em princesa "A Princesa do Tua".
05 abril, 2009
A Terceira Dimensão
Na primeira imagem (primeira queima) do seu trabalho, através do traço e da composição dos elementos eleitos, definiu aquilo a que podemos chamar a realidade objectiva das formas sólidas.
Nas fases seguintes, o desafio era representar a fluidez da luz. Como fazê-lo ?
A luz é representada pela gradação entre os pontos extremos de branco e preto, aquilo a que vulgarmente chamamos de sombrear.
Há que iniciar por efectuar um exercício mental e imaginar de onde é projectada a luz natural. Depois é só passar à execução dos contrastes.
Para se ser bem sucedido nesta tarefa, é necessário criar pontos luminosos fortes, onde a cor fica muito difusa e por vezes mesmo em branco, em contraste com zonas bem escuras.
O conjunto cria a aparência de baixos relevos e a ilusão da profundidade - a terceira dimensão, que pode ser observada na imagem final.

Trabalho de Fernanda Amândio - Fase 2
Para um pintor são detalhes muito importantes e que podem ser profusamente observados nas paisagens do dia-a-dia deste nosso ensolarado Portugal.
Parabéns Fernanda, deu muito trabalho .... mas valeu bem a pena executar este ursinho.














